Com estes smartphones adaptáveis, você pode escolher se quer uma câmera fotográfica melhor ou mais memória no aparelho.
Que tal ter um smartphone customizável? É isso mesmo: uma revolucionária tecnologia está em desenvolvimento e traz com ela a possibilidade de personalizar o aparelho de acordo com as necessidades de cada usuário.
A ideia é bastante inovadora, ainda que aposte na simplicidade. Para imaginar o funcionamento dela, basta comparar o celular como um jogo de LEGO, aquele famoso brinquedo de blocos de montar.
O aparelho celular é dividido em peças, cada uma com uma funcionalidade distinta, que pode ser substituída e trocada. Por exemplo, se o usuário prefere ter uma bateria com autonomia maior do que uma câmera fotográfica potente, ele pode trocar as peças. Tudo na base do monta-e-desmonta.
Dois projetos despontam como favoritos nesta nova tecnologia: Phonebloks, criada na Holanda, e outra, que atende por um nome tão misterioso que é capaz de dar inveja aos roteiristas da série Arquivo X: Projeto Ara.
A tecnologia holandesa, criada por Dave Hakkens, visa também ampliar a vida útil do celular, além de torná-lo personalizável. O criador, em entrevista à BBC, compara a troca de peças do celular como o conserto de uma bicicleta: “Você não joga a bicicleta fora. Mas, por alguma razão isto é o que fazemos com aparelhos eletrônicos”. Na proposta dele, os aparelhos durariam mais se pudessem ter as peças trocadas individualmente.
Enquanto o Phonebloks ainda está em fase inicial de desenvolvimento, reunindo recursos para torná-lo viável, o outro projeto, criado pela norte-americana Motorola, segue com o planejamento a todo vapor.
O Projeto Ara visa facilitar o acesso aos smartphones, já que a manutenção e a compra se tornariam mais baratas, e acelerar a criação de tecnologias inovadoras para os celulares. Acredita-se que a adoção do modelo personalizável dará mais liberdade aos desenvolvedores de aparelhos na criação de peças individualmente.
Ambos os projetos visam, acima de tudo, trazer liberdade ainda maior para o consumidor. Uma câmera fotográfica melhor ou mais espaço na memória do aparelho? Sem as barreiras de precisar escolher um modelo já pronto, você decide. ;)
A ideia é bastante inovadora, ainda que aposte na simplicidade. Para imaginar o funcionamento dela, basta comparar o celular como um jogo de LEGO, aquele famoso brinquedo de blocos de montar.
O aparelho celular é dividido em peças, cada uma com uma funcionalidade distinta, que pode ser substituída e trocada. Por exemplo, se o usuário prefere ter uma bateria com autonomia maior do que uma câmera fotográfica potente, ele pode trocar as peças. Tudo na base do monta-e-desmonta.
Dois projetos despontam como favoritos nesta nova tecnologia: Phonebloks, criada na Holanda, e outra, que atende por um nome tão misterioso que é capaz de dar inveja aos roteiristas da série Arquivo X: Projeto Ara.
A tecnologia holandesa, criada por Dave Hakkens, visa também ampliar a vida útil do celular, além de torná-lo personalizável. O criador, em entrevista à BBC, compara a troca de peças do celular como o conserto de uma bicicleta: “Você não joga a bicicleta fora. Mas, por alguma razão isto é o que fazemos com aparelhos eletrônicos”. Na proposta dele, os aparelhos durariam mais se pudessem ter as peças trocadas individualmente.
Enquanto o Phonebloks ainda está em fase inicial de desenvolvimento, reunindo recursos para torná-lo viável, o outro projeto, criado pela norte-americana Motorola, segue com o planejamento a todo vapor.
O Projeto Ara visa facilitar o acesso aos smartphones, já que a manutenção e a compra se tornariam mais baratas, e acelerar a criação de tecnologias inovadoras para os celulares. Acredita-se que a adoção do modelo personalizável dará mais liberdade aos desenvolvedores de aparelhos na criação de peças individualmente.
Ambos os projetos visam, acima de tudo, trazer liberdade ainda maior para o consumidor. Uma câmera fotográfica melhor ou mais espaço na memória do aparelho? Sem as barreiras de precisar escolher um modelo já pronto, você decide. ;)

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